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Desemprego

Pesquisa do IBGE mostra aumento na taxa de desempregados em Santa Catarina

Taxa de pessoas desocupadas é de 7,2% no primeiro trimestre do ano

04 junho 2019 - 17h45Por Júlia Beatriz

Em Santa Catarina, entre janeiro a março, a taxa de pessoas desempregadas chegou a 7,2%, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Comparado ao ano passado, no mesmo período, o percentual era de 6,5%. Já no último trimestre de 2018 (outubro, novembro e dezembro), o estado tinha uma taxa de 6,4%, o que representa uma diferença de 31 mil pessoas a mais sem emprego, em comparação ao primeiro trimestre deste ano (janeiro, fevereiro e março).

Na estimativa, pessoas a partir de 14 anos, que, durante a semana de referência da pesquisa, não realizavam atividades, porém, procuraram emprego nos últimos 30 dias e estavam disponíveis para trabalhar assim que surgisse uma vaga, são consideradas desocupadas.

Esse é terceiro maior índice registrado no estado pela PNAD Contínua, que iniciou em 2012. No primeiro trimestre de 2017, a taxa de desempregados foi de 7,9% e no segundo trimestre do mesmo ano, o índice era de 7,5%. Mesmo que a taxa de pessoas sem emprego seja alta, Santa Catarina é líder no ranking de estados com menor taxa de desocupação.

Taxa de desocupação das pessoas com 14 anos ou mais, no 1º trimestre de 2019 Fonte: PNAD-C/IBGE

Taxa de pessoas desocupadas aumentou em Florianópolis

Comparando o desempenho das 21 regiões metropolitanas, que são avaliadas pelo IBGE, no primeiro trimestre de 2018 para o mesmo período em 2019, a capital de Santa Catarina não ocupa mais o primeiro lugar. Entre janeiro a março do ano passado, a taxa de desemprego em Florianópolis era de 6,8%, Já neste ano, a taxa é de 9,9%, sendo a terceira menor região entre as pesquisadas, ficando atrás de Goiânia, com 8% e Porto Alegre, com 8,9%.

Considerando os municípios que são capitais e comparando o último semestre do ano passado com o primeiro deste ano, a cidade apresentava uma taxa de 6,4% (terceiro menor do país) e, em 2019, a taxa subiu para 9,5%, ficando atrás de Goiânia (7,2%), Campo Grande (8,1%), Curitiba (8,3%) e Porto Alegre (9%).

 

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