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Doação

Referência no estado, Blumenau se torna a capital de Transplantes

Com 210 transplantes realizados até setembro de 2019, a cidade é considerada referência nacional

20 outubro 2019 - 16h30Por Elisiane Roden

Blumenau sempre foi conhecida como a capital nacional da cerveja, mas, desde setembro, a cidade tem mais um título para comemorar, isso porquê, o Governador Carlos Moisés da Silva sancionou a Lei Nº 17.774, que torna o município a capital estadual de transplante de órgãos. A medida foi aprovada para reconhecer a cidade pela qualidade e quantidade dos serviços realizados em prol da vida.

Em Blumenau, os transplantes de fígado, rim, córneas, coração e pâncreas são realizados no Hospital Santa Isabel, referência no nacional, quando o assunto é transplantes. De acordo com os dados divulgados pela Central de Captação, Notificação e Distribuição de Órgãos e Tecidos de Santa Catarina (SC Transplantes) só em 2019 o hospital já realizou 210 procedimentos até setembro deste ano.

No mês de setembro, foi registrado o recorde de procedimentos deste tipo realizados pelo hospital. No total, 50 pessoas receberam uma nova chance para a vida. Foram realizados 27 transplantes renais, 13 hepáticos e seis córneas. Em setembro também é comemorado o mês de conscientização da Doação de Órgãos.

Além de a cidade ser referência em doação de órgãos, o estado de Santa Catarina também é reconhecido nacionalmente. Somente em 2019, foram realizados 911 procedimentos desse tipo. Santa Catarina é o segundo estado que realiza transplantes em todo o Brasil, cerca de 911 procedimentos foram realizados em todo nosso estado. Perde apenas para o estado vizinho, Paraná, que contou com 1.147 transplantes até setembro de 2019.
 
Como ser um doador?

Para ser um doador, basta conversar com sua família sobre o seu desejo de ser doador e deixar claro que eles, seus familiares, devem autorizar a doação de órgãos. No Brasil, a doação de órgãos só será feita após a autorização familiar.

De acordo com o Ministério da Saúde, existem dois tipos de doadores de órgãos: o doador vivo e o falecido.O Doador Vivo, que pode ser qualquer pessoa que concorde com a doação, desde que o ato não atrapalhe a própria saúde. O doador pode doar um dos rins, parte do fígado, parte da medula óssea ou parte do pulmão. De acordo com a Legislação Brasileira, parentes de até quarto grau e cônjuges podem ser doadores. Para não parentes, apenas com uma Ordem Judicial.

O Doador falecido, são pacientes com morte encefálica, geralmente vítimas de acidentes cerebrais, como traumatismo craniano ou derrame cerebral (AVC). O doador falecido pode doar até sete órgãos como: Córneas, pâncreas, rim, coração, pulmão, fígado e ossos. 

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